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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Como estudar a Bíblia - O teste da prioridade - Pt. 5

Posted by Jefferson Ricardo On 14:55


O quanto este ponto é vital para o objetivo da Bíblia?
Algumas seções das Escrituras possuem mais relevância persuasiva para a condição humana do que outras. Preste atenção nas palavras de Paulo:

“Antes de tudo vos entreguei o que também recebi; que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas, e depois aos doze” (1 Coríntios 15:3-5).

Paulo afirma que há algumas verdades que são “mais importantes”. Ele então descreve essas verdades como a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus.

A Bíblia não é uma paisagem plana sem picos e montanhas. Ela tem grande variedade de contorno e geografia. Apesar de todas as palavras da Bíblia serem importantes, nem todas as palavras são igualmente importantes. Apesar de todo texto contribuir para o todo, nem todo texto tem peso igual. Por exemplo, o mesmo apóstolo Paulo discursou a respeito da ressurreição de Cristo e das jóias das mulheres. Os temas possuem a mesma importância? Absolutamente. Podemos discordar a respeito de roupas, mas discordar a respeito da Ressurreição pode ser fatal.

Isso significa que a Bíblia possui partes sem valor? Não. Apenas significa que algumas têm mais valor que outras. Imagine que eu esteja segurando três moedas: 25 centavos, 10 centavos e 5 centavos. Qual moeda tem o maior valor? A de 25 centavos. Isso significa que a de 10 centavos e a de 5 centavos não são importantes? Claro que não. Elas simplesmente têm valores diferentes.

O sábio estudante da Bíblia sabe quais versículos são versículos de 25 centavos e quais são versículos de 5 centavos. O bom estudante dá mais importância para os mais importantes e menos importância para os menos importantes.

Jesus criticou os líderes religiosos de Sua época por não fazerem isto. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis fazer estas coisas, sem omitir aquelas (Mateus 23:23).

É possível entender a Bíblia e deixar passar sua mensagem central? Absolutamente. Isso é exatamente o que Jesus quis dizer quando disse, Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo não quereis vir a mim para terdes vida (João 5:39, 40).

Avalie o ensinamento com o teste de prioridade e então você não cometerá o mesmo erro.

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida. Irmãos.com
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Uma reflexão sobre Oração - Thiago Ibrahim

Posted by Jefferson Ricardo On 14:32

O que é oração? Não faço essa pergunta só para você, mas também pra mim, pois ultimamente tenho me questionado muito sobre o verdadeiro sentido do "orar". Essa é uma prática (ou não) de cristãos e é ensinada como algo indispensável na vida de uma pessoa que diz servir a Cristo.

Desde pequeno, comecei a repetir palavras que me ensinaram a usar na hora de orar, tais como: "Senhor, meu Deus e meu Pai", "Na tua presença nos colocamos agora" etc. Eu sempre encarei essas palavras como obrigatórias no "ato" de orar, como se fossem mágicas, como se fossem mantras repetitivos que precisam ser ditas num momento específico. Você já reparou que essas são palavras que no dia a dia não utilizamos? Por que será?

Uma indagação frequente em nossas igrejas é: por que a baixa frequência de jovens nos reuniões de oração? Eu acredito que essa falta de interesse se deva ao fato da maioria deles não entenderem o que significa realmente a oração. Você jovem, entende porque desde pequeno ouve na igreja que o cristãos deve orar sempre? Então, vamos refletir comigo?

Oração está para além de apenas e simplesmente pedir, ou como ouvi de um pastor que pregou na igreja onde congrego: "oração não é listinha de pedidos". Oração não é repetir palavras. Não existe um lugar para orar. Oração não é forma, oração é conteúdo. A oração é relacionamento. Orar é estar em sintonia com o Soberano, buscando os propósitos do Eterno. Oração é estar perto de Deus e sua vontade. Oração é vida, não apenas um ato.

Temos centenas de passagens bíblicas sobre oração. Sobre homens que mantinham uma comunicação constante com Deus. O próprio Jesus, mesmo sendo Filho de Deus, mantinha uma vida de oração, de contato com o Pai. O apóstolo Paulo ensinava também aos Romanos e aos Colossenses:

"Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos." Colossenses 4:2

"Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração." Romanos 12:12


Dedicar-se e perseverar na oração faz parte da vida de um cristão salvo pela Graça de Deus, pois esse é um ato de dependência e de despojar-se de si mesmo e de suas vontades. O cristão que foi regenerado sabe que somente em oração conseguirá suportar as agruras da vida e as provações do dia a dia.

Oro a Deus, que pela sua Graça, nos atraia para um relacionamento estreito com Ele, fazendo com que nos dediquemos a fazer da nossa vida uma oração constante.

Que Deus nos abençoe!

Por Thiago Ibrahim (@thiagoibrahim)
Foto: Profetizando às Nações

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Nascimento de Jesus, em Cordel sobre o Natal

Posted by Jefferson Ricardo On 22:32





O Nascimento de Jesus, Um Cordel sobre o Natal.
Textos: Euriano Sales
Ilustrações: Meg Banhos
Locução e Edição: Euriano Sales
Trilha: Sa Grama

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Como estudar a Bíblia - Princípios para entender a Bíblia - Pt. 4

Posted by Jefferson Ricardo On 15:13


Há algum tempo atrás eu sentei com minhas filhas para jogar cartas. Tínhamos recebido o jogo há vários meses e nos lembramos da diversão que tivemos da primeira vez que jogamos. Então decidimos jogar novamente.

As cartas não eram as comuns de ouros e ases, mas era um conjunto diferente planejado especialmente para este jogo. Enquanto distribuíamos as cartas percebemos que alguma coisa estava faltando – as instruções. Não conseguimos achar as instruções.


Sem problema, pensamos. Vamos lembras as regras enquanto jogamos.

Uma das meninas perguntou como uma pessoa ganha este jogo. Não conseguimos lembrar.

Isso também estava na folha de instruções. Sem problema pensamos, vamos descobrir enquanto jogamos.

Os resultados foram interessantes. Primeiro, tivemos a tendência de inventar regras que se adequassem a nossas necessidades pessoais. (É incrível como uma carta ruim pode sacudir sua memória sobre uma regra obscura oferecendo segundas chances).

Como não conseguimos nos lembrar de como determinar o vencedor, todos nós tínhamos objetivos diferentes. Alguns queriam pegar o máximo de cartas que fosse possível. Outros queriam perder o máximo de cartas que fosse possível. Como não sabíamos o objetivo, não conseguimos concordar com um plano.

O resultado foi um caos. Quatro pessoas fazendo quatro conjuntos de regras com quatro objetivos diferentes.

Felizmente, nós finalmente encontramos as instruções e descobrimos, para surpresa de cada um de nós, que ninguém estava inteiramente certo.

É difícil jogar junto se você não sabe qual é o objetivo.

Agora, pegue esse jogo simples de cartas e amplifique-o para dois milênios de herança e séculos de lealdade denominacional e por volta de uma dúzia de camadas de tradição religiosa e você tem uma idéia da dificuldade da interpretação bíblica.

Cada um de nós sabe o que é discutir a mesma Bíblia com uma pessoa e chegar a duas conclusões.

Idealmente seria educado dizer, A Bíblia diz o que quer dizer e quer dizer o que diz. Mas realistamente, temos dificuldade em entender o que a Bíblia diz. Eu freqüentemente recebo perguntas de pessoas sobre como interpretar a Bíblia. Aqui estão alguns exemplos.


  1. Jesus lavou os pés de Seus discípulos. Ele ordenou que Seus discípulos fizessem o mesmo. Nós, entretanto, não temos o ritual de lavar os pés... devemos lavar?
  2. Timóteo foi orientado por Paulo a beber um pouco de vinho por causa de seu problema no estômago... mas o mesmo Paulo não advertiu sobre tornar-se bêbado por causa do vinho?
  3. Paulo ordenou às mulheres em Corinto a orarem com véu em suas cabeças... devemos distribuir véus a nossas irmãs?
  4. “A mulher não usará roupa de homem” (Deuteronômio 22:5). Isso significa que as mulheres devem vender seus jeans?
  5. Paulo ordenou que os cristãos em Roma se cumprimentassem com um beijo santo... estamos desobedecendo se nós não enrugarmos os lábios? Se devemos beijar, onde devemos beijar? Com qual freqüência devemos beijar? E se esquecermos de beijar? Alguém pode beijar na nossa ausência?
  6. O que fazemos com as passagens atípicas como “batismo por causa dos mortos” (1 Coríntios 15:29), “gemido da natureza” em Romanos 8, ou a oração de Cristo aos “espíritos em prisão” em 1 Pedro 3:18,19?
  7. Primeira Coríntios 11:14 afirma que cabelo comprido é vergonhoso para um homem mas é glória para a mulher. Devemos excomungar qualquer homem com cabelo comprido?
  8. “Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda” (1 Timóteo 2:8). Se orarmos sem levantar as mãos estamos desobedecendo a Deus?

    Como respondemos essas perguntas? Começamos lembrando que a Bíblia é a Palavra de Deus dada em linguagem humana. A Escritura é um casamento da verdade eterna com particularidades históricas.



  1. Foi escrita em outro tempo.
  2. Foi escrita em outra cultura.
  3. Foi escrita em outro idioma.
A menos que entendamos isso, não podemos começar a entender a Bíblia.

Nosso mundo é diferente do mundo da Bíblia. Nossa linguagem, roupa e cultura não são as mesmas daquelas de Israel na época de Jesus. Conseqüentemente, estamos interpretando a Bíblia todo o tempo. Por essa razão, precisamos ter cuidado em usar as regras certas de interpretação.

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida. Irmãos.com
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

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Redenção: Filme mostra história real de bandido que vira pastor

Posted by Jefferson Ricardo On 15:01

Clique para Ampliar. Foto:Divulgação
As primeiras cenas de “Redenção” são bem fortes. Mostram um massacre em um povoado na África, com muitos gritos, mortes e tristeza. Já nos EUA, um bandido viciado em bebidas e drogas vive em meio a prisões e ao desalento cada vez maior de sua família.

É a história real de Sam Childers, interpretado por Gerard Butler, que deixa sua vida desregrada para trás depois que começa a ir à igreja e vira pastor. O filme estreia nesta sexta-feira (16) nos cinemas.

O ator escocês consegue mostrar a série de dificuldades e dilemas pelos quais Childers passa quando visita a África, inicialmente apenas para um trabalho voluntário, e decide tomar a luta daquela região como sua. Mesmo sendo algo “tão distante” da realidade de onde vive.

Chocado com o sofrimento das pessoas no Sudão, resolve construir um orfanato em uma das áreas mais perigosas de lá –e acaba virando uma espécie de “salvador branco”. Tudo isso também mexe com a relação que tem com sua mulher e sua filha, e será necessário muito cuidado –e paciência– para conciliar as coisas.

Após o fim do filme, o público vê fotos e vídeos reais de Childers, na África e com sua família.

Fonte: Folha Online



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MOBINP no congresso Conexão 2011

Posted by Jefferson Ricardo On 18:18

Olá pessoal, graça e paz de Cristo.

Nos dias 9, 10 e 11 parte da Mocidade Batista Independente em Nova Parnamirim foi para o congresso Conexão 2011, que aconteceu na igreja Videira. Algumas fotos para recordação.

Em cima: Jefferson, Alexia, Arianne, Aristela, Renan, Kézia, Sibelle e Kelvin )integrantes da MOBINP). Em baixo: Raíza e Méssia (irmã de intigrantes).

Em cima: Jefferson, Alexia, Arianne, Aristela, Renan, Kézia, Sibelle e Kelvin )integrantes da MOBINP). Em baixo: Raíza e Méssia (irmã de intigrantes).

Em cima: Raíza, Aristela, Guilherme, Arianne, Sibelle, Marcos Almeida (cantor de Palavrantiga), baterista e baixista da banda. Em Baixo: Cabeça de Jefferson (rsrs), Kelvin, Renan e Alexia.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Como estudar a Bíblia: Qual é o propósito da Bíblia? - Pt. 3

Posted by Jefferson Ricardo On 18:50



"Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2:15).

As estradas de San Antonio me confundem. Quando acho que estou indo pro sul, vejo o sol e percebo que estou dirigindo para o oeste. Quando acho que estou indo para a cidade, percebo que estou indo para longe da cidade. Um amigo gentil me explicou que as estradas eram em forma de zigue-zague porque as ruas originais eram fugas de gados.

Então, para evitar que me perdesse, comprei uma bússola. Do tipo que você pode instalar em seu carro. Ela é redonda e possui uma seta flutuante. Levei-a para meu carro com grandes expectativas. Finalmente eu seria orientado e teria direção. Mas então eu li as instruções, “coloque a bússula para o norte e ajuste a seta”.

Eu balancei minha cabeça. Se eu soubesse para onde ficava o norte, eu não precisaria de uma bússola, pensei.

Nós estamos estudando a bússola da vida – a Bíblia. Assim como uma bússola, ela serve como uma ferramenta de orientação. Assim como uma bússola, ela fornece direção para o peregrino. Assim como uma bússola, ela endireita as estradas tortas da vida. Mas assim como uma bússola, nós precisamos saber como usá-la. Precisamos saber como interpretá-la.

A questão básica de interpretação da Bíblia é, “Qual é seu propósito?”

Por que é importante saber o propósito da Bíblia?

Imagine sua reação se eu pegasse uma lista telefônica, abrisse e dissesse, “Achei uma lista de todos que estão recebendo subsídios do Estado! Ou se eu dissesse, Aqui está uma lista de formandos da faculdade! Ou, Este livro vai nos contar quem tem um carro vermelho. Você provavelmente diria, “Agora espere um minuto – esse não é o propósito desse livro. Você está segurando uma lista telefônica. Seu propósito é simplesmente revelar o nome e o número de moradores de uma cidade durante um certo período.”

Somente entendendo seu propósito eu posso usar a lista telefônica com precisão. Somente entendendo seu propósito eu posso usar a Bíblia com precisão. E somente entendendo por que a Bíblia foi escrita eu poderia aplicar suas verdades com precisão. Assumindo que a Bíblia tem algum outro propósito, as pessoas têm feito algumas falsas suposições e aplicações erradas. Por exemplo, alguns supuseram que o propósito da Bíblia fosse transferir o vestuário e a comida da cultura do primeiro século para hoje. Algumas religiões entram em muitos detalhes sobre vestuário e tradições, supondo que esse fosse o objetivo de Deus e da Bíblia.

Alguns acreditam que a Bíblia proporcione aos estudiosos um código secreto de profecia que, uma vez decifrado, revelará o dia no qual nosso Senhor voltará. Outros acreditam que a Bíblia seja um manual de sucesso secreto para riqueza e saúde. Outros ainda usam a Bíblia para provar idéias já tidas. Alguns cristãos sentem que o propósito da Bíblia seja proporcionar um guia para a organização da igreja do Novo Testamento.

Apesar de a Bíblia poder ter opiniões sobre cada um destes assuntos, nenhum deles identifica o propósito das Escrituras. Qual é o propósito da Bíblia? Deixe a Bíblia por si mesma responder essa pergunta.


"E que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus" (2 Timóteo 3:15).

"Estes, porém, estão escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome" (João 20:31).

"Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê... Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé" (Romanos 1:16-17).

O propósito da Bíblia é simplesmente proclamar o plano de Deus para salvar Seus filhos. Ela afirma que o homem está perdido e precisa ser salvo. E comunica a mensagem que Jesus é Deus em carne enviado para salvar Seus filhos.

Apesar de a Bíblia ter sido escrita a mais de dezesseis séculos por pelo menos quarenta autores, ela tem um tema central – a salvação pela fé em Cristo. Começou por Moisés no solitário deserto da Arábia e terminou com João na solitária Ilha de Patmos. Ela é mantida unida por uma linha firme: a paixão de Deus e o plano de Deus para salvar Seus filhos.

Que verdade vital! Entender o propósito da Bíblia é como ajustar a bússola na direção certa. Calibre-a corretamente e você viajará em segurança. Mas falhe ao ajustá-la e quem sabe onde você irá parar.

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida. Irmãos.com
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

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"E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará " (Mateus 24.12).

Posted by Jefferson Ricardo On 00:44

As palavras do Senhor Jesus ainda soam alto e claro e com mais clareza hoje do que quando foram proferidas, avisando que o tempo em que vivemos é de vigilância.

Quando chegamos ao templo para adoração ao Senhor Deus e Pai da Eternidade notamos que muitas cadeiras estão vazias. Alguém do seu convívio não está ali. Pare e pense: Por quê? São muitas as respostas que poderíamos ouvir. Algumas delas seriam: "Estou trabalhando muito e domingo é o único dia para descansar". "Tenho andado muito ocupado e preciso visitar os parentes". "O custo de vir 'a Igreja subiu tanto que não tenho mais condições de vir". "Estou magoado com algumas coisas e resolvi dar um tempo". Estas e outras colocações são muito válidas e importantes, porém, a grande pergunta é: Não seria isso o esfriamento do amor do qual falou Jesus?

Jesus não disse que o amor acabaria de quase todos. Ele disse que o amor se esfriaria de quase todos. Quase todos, meus irmãos, se refere a uma grande maioria. É possível que alguém que você muito estime esteja com seu amor se esfriando. 'As vezes, simplesmente, não tomamos o tempo para meditar nestas palavras tão profundas de nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo. O que é esfriar?

Esfriar no contexto bíblico é deixar de ter fervor pelas coisas de Deus. É ver as coisas de Deus com indiferença, sem o devido ardor pela Casa do Senhor. Esfriar é pôr outras coisas antes das coisas de Deus. Esfriar é perder o ânimo de estar com os irmãos. Agora, olhe e examine, como está sua vida? Como está a vida daqueles com os quais você se importa? É tão gostoso quando vemos todos animados e louvando a Deus, não é verdade? E por que não está acontecendo isso com muitos?

Existe uma razão bem específica dada por Jesus: a multiplicação da iniquidade. Queridos, são muitas a s fontes da iniquidade em nossos dias. Estamos bebendo diariamente das cisternas rotas que o mundo oferece. Com o contato diário com a iniquidade, o amor acaba se esfriando. É preciso pararmos e perguntarmos: "Será que o meu amor está se esfriando? Ou será que o amor do meu irmão está?" De uma forma ou de outra devemos combater este esfriamento. Ele produz muito dano 'a Casa de Deus e as nossas vidas em geral. Ele tira o fervor de nossas orações. Esmorece os ânimos de trabalhar na obra de Deus. Nos anestesia quanto aos sentimentos de afeto que devemos ter uns pelos outros. Nos cega a visão de uma colheita farta de almas para o reino de Deus. Mas, pior ainda, ele nos rouba o galardão que receberemos do Senhor Jesus na eternidade. Vamos nos estimular uns aos outros, irmãos queridos. Vamos buscar aqueles que não estão presentes nos cultos. Vamos alegrar o arraial de Deus. Todos são muito importantes. Você está notando a ausência de alguém? Não fique parado. Vá busca-lo, diga a esse amado irmão ou irmã que é tempo de revitalizarmos o amor por Jesus. Vamos reaquecer o amor fraternal e a Deus nossos Senhor!.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que é um Cristão Nominal? - Mike McKinley

Posted by Jefferson Ricardo On 11:16




Transcrição:

Um cristão nominal é um cristão apenas no nome. É alguém que acha que é cristão, se diz cristão; talvez sua cultura, sua família, seus antepassados, sejam cristãos – talvez, eles até vão para a igreja; mas não há fome espiritual em suas vidas, não há desejo de conhecer melhor a Deus. Eles não encontram prazer em ler a Bíblia, ou em ouvir o que ela ensina. Eles não se deleitam em Deus. Eles vivem para outras coisas. Não têm suas vidas guiadas por Deus. Eles não vão a Deus para obter perdão. Tudo isso é sinal de que você é um cristão nominal, que você diz ser cristão com palavras, mas isso não é a realidade.

Jesus disse que quando Ele voltasse para julgar o mundo, haverá um grande grupo de pessoas que o chamará de Senhor, eles dirão Senhor, Senhor, e eles terão feito coisas incríveis em nome de Deus, e vão achar que Jesus é seu amigo. Mas Jesus dirá a essas pessoas: Apartem-se de mim, nunca conheci vocês. Não é suficiente você dizer que é cristão, não é suficiente você dizer que um tempo atrás você fez uma oração, ou foi batizado, então você é cristão.

A pergunta é: Você conhece Jesus? Você está o seguindo? Você virou as costas pro seu pecado e confia nEle nesse exato momento?

Por Mike McKinley. © 9Marks. Website:9marks.org/blog/by-author/michael-mckinley
Tradução e Legenda: voltemosaoevangelho.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pode o pastor cobrar para pregar? - Renato Vargens

Posted by Jefferson Ricardo On 15:27

Lamentavelmente se tornou comum os pastores cobrarem para pregar o Evangelho da Salvação Eterna. Infelizmente sei de casos de pastores cobrando até R$ 15 mil para "ministrar" numa conferência. Além disso, muitos destes exigem hotel 5 estrelas, cardápio variado, carro do ano a disposição e segurança full time.

Pois é, definitivamente a pregação do Evangelho tornou-se um grande bussiness onde o mais importante é fechar bons negócios.

Caro leitor, eu sou absolutamente contra aqueles que cobram para pregar. Jesus nunca cobrou para anunciar a salvação, como também nenhum dos apóstolos estabeleceram cachê para anunciar Cristo. Paulo, apesar de ter experimentado em seus ministério necessidades que envolvem a obra missionária, nunca exigiu que a igreja lhe enviasse ofertas, antes recebia de bom grado e com ações de graças aquilo que lhe era enviado. A verdade é que nenhum dos apóstolos do Senhor jamais estipularam uma quantia para pregar a palavra de Deus em alguma cidade.

Agora em contrapartida, existem igrejas que tratam o obreiro com enorme descaso. Há pouco soube de um fato escabroso. Uma proeminente comunidade cristã convidou um pastor para pregar em uma conferência. O pastor convidado era de um estado diferente da igreja, o que exigiu com que a viagem acontecesse no seu próprio carro. Durante três dias o pastor pregou intermitentemente o Evangelho. Ao final do congresso, os seus anfitriões, lhe estenderam a mão agradecendo a sua vinda sem contudo lhe dar uma oferta sequer, isso sem dizer que os hospedeiros tiveram a cara de pau de não pagar as despesas relacionadas a viagem do seu convidado.

Um amigo meu, líder de uma grande missão brasileira relata que não são poucas as vezes, que recebe de oferta R$ 50,00. Ele conta, que volta e meia viaja horas de carro, ônibus ou avião, se ausentando da igreja a qual é pastor, deixando em casa mulher e filhos, e que ao final da conferência recebe no máximo 100 pratas de oferta.

Prezado amigo, vamos combinar uma coisa? Sou absolutamente contra quem cobra para pregar o Evangelho, entretanto, não concordo com aqueles que agem com descaso não horando com dignidade os seus convidados. Há pouco, soube de um relato de um pastor que foi convidado para ser preletor de uma grande conferência, não é que a igreja que o convidou queria cobrar dele a inscrição no congresso? Veja bem, ele seria o preletor, e ainda assim queriam que ele pagasse a inscrição, mesmo porque, ele iria comer no local. Ora, isso é um deboche!

Pois é, bom senso nessas horas é fundamental. Sem sombra de dúvidas o pastor não deve cobrar para pregar, mas em contrapartida a igreja deve tratar seus convidados com decência e dignidade. Tirar o pastor de sua igreja e família e lhe dar "esmolas" ao final do culto afronta os ensinos bíblicos.

Diante disto minha sugestão é que a igreja pense duas vezes em convidar alguém para pregar. Se ela não tem condições de arcar com as despesas relacionadas a hospedagem, transporte e oferta, é melhor não convidar. Se não possui condições de cobrir as despesas mínimas, não convide ninguém, se organize, se capitalize, e no tempo certo convide alguém para pregar.

Pense nisso!

Por Renato Vargens. http://renatovargens.blogspot.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como estudar a Bíblia: Um livro bem peculiar - Pt. 2

Posted by Jefferson Ricardo On 12:11




Aqui está um ponto prático. Estude a Bíblia um pouco por vez. A fome não é saciada com vinte e uma refeições comidas de uma vez uma vez por semana. O corpo precisa de uma dieta balanceada para permanecer forte. Assim é a alma. Quando Deus enviou comida a Seu povo no deserto, Ele não providenciou bolos já prontos. Ao invés disso, Ele os enviou maná em forma semelhante a escamas, fina como a geada sobre a terra (Êxodo 16:14).

Deus deu maná em porções limitadas.

Deus dá o alimento espiritual da mesma forma. Ele abre os céus apenas com os nutrientes suficientes para a fome de hoje. Ele provê. Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui, um pouco ali. (Isaías 28:10).

Não fique desanimado se sua leitura colhe uma colheita pequena. Em alguns dias uma porção menor é tudo o que é preciso. O importante é buscar todos os dias pela mensagem daquele dia. Uma dieta balanceada da Palavra de Deus por uma vida inteira constrói mente e alma saudáveis.

Uma menininha voltou do seu primeiro dia de escola. A mãe dela perguntou, “Você aprendeu alguma coisa?” “Parece que não o suficiente,” a menina respondeu, “Tenho que voltar amanhã e no dia seguinte e no seguinte...”

Isso é o que acontece com o aprendizado. E isso é o que acontece com o estudo da Bíblia.

O entendimento vem pouco a pouco durante uma vida inteira.

Há um passo três para entender a Bíblia. Depois de pedir e buscar vem o bater. Depois que você pede e busca, então bata.

Batei e abrir-se-vos-á (Mateus 7:7).

Bater é ficar à porta de Deus. Fazer-se disponível. Subir a escada, cruzar o alpendre, ficar na entrada e voluntariar-se. Bater vai além da esfera do pensamento e para dentro da esfera da atuação.

Bater é perguntar, O que posso fazer? Como posso obedecer? Onde posso ir?

Uma coisa é sabero que fazer. Outra é fazer. Mas para aqueles que fazem, aqueles que escolhem obedecer, uma recompensa especial os aguarda.

Entretanto aquele que atenta bem para a lei perfeita, a da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas executor da obra, este será bem-aventurado no que fizer (Tiago 1:25).

Que promessa. A felicidade vem para aqueles que fazem o que eles lêem! É o mesmo com os remédios. Se você somente ler o rótulo mas ignorar as pílulas, ele não ajudará. É o mesmo com a comida. Se você somente ler a receita mas nunca cozinhar, você não será alimentado. E é o mesmo com a Bíblia. Se você somente ler as palavras mas nunca obedecer, você nunca conhecerá a alegria que Deus prometeu.

Pedir. Buscar. Bater. Simples, não é? Por que você não tenta? Se você tentar, verá por que o livro que você está segurando é o livro mais extraordinário da história.

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida. Irmãos.com
Texto original extraído do site www.maxlucado.com



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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Como entender o que Deus tem me falado?! - Stéphanie Vieira

Posted by Jefferson Ricardo On 17:04

Olá queridos e queridas!

O post de hoje será longo, mas com um conteúdo que eu considero muito precioso!!!

Muitas pessoas tem compartilhado que tomam a decisão de esperar, se comprometem a orar pedindo que Deus mostre quem é a pessoa que Ele tem separado pra elas, mas quando começam a se relacionar alguma coisa acaba dando errado, e então vem a frustração: “Mas eu queria fazer a vontade de Deus, eu orei, eu esperei. Por que deu errado? Será que eu não consigo ouvir a Deus???”

Na verdade tenho respondido que cada vez que nos relacionamos com alguém, passamos por alegrias, mas também estamos sujeitos a passar por tristezas e problemas.
Mesmo que tenhamos seguido a direção que Deus nos deu, o relacionamento é feito de pessoas que erram e acertam, que tem qualidades e defeitos, que podem pecar, e podem se desviar da vontade de Deus no meio do caminho.

Por isso, mesmo que as coisas tenham começado no prumo, não significa que durante a caminhada não possa haver um desvio, que talvez até possa levar ao fim do relacionamento. Isso porque em algum momento nós nos distraímos tanto com o próprio relacionamento, ou outras coisas que nos rodeiam que deixamos de lado o que era mais importante: buscar sempre conhecer a Deus, ouvir a Sua voz e descobrir a Sua vontade, seja antes ou durante um relacionamento.

Enfim, gostaria de compartilhar com vocês alguns passos que considero muito importantes e que podem nos ajudar a andar de acordo com a vontade de Deus em toda as áreas da nossa vida, inclusive antes do início de um relacionamento e também enquanto nos relacionamos:

1º) Busque acompanhamento e discipulado:

Durante a minha caminhada cristã, aprendi que não é bom andarmos sozinhos(as).
Quando recebemos a Jesus, Ele nos dá o privilégio de podermos ser parte de Sua grande família! E isso é real, não é só uma coisa bonita de dizer. Jesus realmente espera que nós criemos um relacionamento de família com os nossos irmãos em Cristo, pois Jesus se manifesta através dos irmãos que são a Sua igreja.

Sendo assim, quando compartilhamos as situações que temos vivido com nossos irmãos, eles podem nos ajudar a buscar a vontade de Deus sobre aquela situação. O que estou querendo dizer é que é bom que você procure aprofundar relacionamentos com seus amigos e amigas convertidos e com pessoas maduras da sua congregação em quem você confia. Assim, você poderá compartilhar as coisas que tem vivido, dividir suas dificuldades e dúvidas, pedir conselho, receber oração, confessar pecados, ser perdoado(a) e curado(a).

Essa é uma estratégia bíblica que eu pretendo obedecer para o resto da minha vida. Na Bíblia, nenhum dos discípulos de Jesus andava sozinho, eles sempre andavam acompanhados. Sei que Jesus se manifesta na vida dos meus irmãos, e para mim é muito bom poder submeter minha vida a eles e confiar que posso contar com eles nas situações que tenho vivido. Sei que eles me amam em Jesus, e sei que quando tenho dificuldades, dúvidas, ou quando preciso tomar decisões, posso ouvir Jesus através deles e me submeter a Jesus, me submetendo aos meus irmãos. E eu posso te garantir que é muito mais fácil se posicionar na espera se você contar com a ajuda de irmãos(ãs) que te dêem suporte nesse escolha. Se você está acompanhado(a) de irmãos(ãs) maduros(as) e sábios(as) que te ajudem a conhecer a vontade de Deus, você poderá contar com os conselhos, orações e palavras de sabedoria desses irmãos(ãs) quando estiver pretendendo iniciar um relacionamento. Você precisará confiar que Deus usa a vida deles para cuidar de você, se submetendo à direção que Deus te der através dos seus discipuladores, porque quando estamos apaixonados(as), a voz de Deus é facilmente deturpada por nosso coração enganoso.

2º) Confie na manifestação de Deus através da vida dos seus pais e discipuladores/líderes:

Quando comecei a namorar com meu primeiro namorado, que hoje é meu marido, eu tinha uma certeza: só começaria a me relacionar com ele se meus pais aprovassem o início do relacionamento. E ainda, durante o namoro eu estava disposta a terminar o namoro, se meus pais me dissessem que não concordavam com o relacionamento.

Acredito que Deus coloca nossos pais como autoridades na nossa vida, e além deles, acredito também que nossos discipuladores são autoridades espirituais que o Senhor nos dá para nos auxiliar na caminhada (e ainda mais se nossos pais carnais não são convertidos e não dão importância para essa questão da espera pela vontade de Deus).

Sendo assim, somos sábios(as) quando decidimos obedecer às autoridades que Deus coloca sobre nós. Por isso, acredito ser muito importante a benção de nossos pais e líderes espirituais quando pretendemos começar um relacionamento. Iniciar um relacionamento contra a vontade dessas autoridades pode nos levar a aprender por meio do sofrimento alguma coisa que não precisaríamos sofrer se tivéssemos obedecido.

3º) Cultivar a amizade antes de qualquer envolvimento sentimental maior:

Quando estamos apaixonados(as) por alguém procuramos fazer de tudo para sermos correspondidos(as) pela pessoa “amada”. Fazemos de tudo para agradá-la, algumas vezes fazemos até coisas que não gostamos muito de fazer só para estar perto da pessoa querida, ou para fazê-la feliz.

Sem perceber, procuramos também mostrar somente as nossas boas características, pois esperamos que a pessoa por quem estamos apaixonados(as) goste de nós tenha uma boa imagem a nosso respeito – não queremos que ela perceba os nossos defeitos. Por outro lado, também passamos a ver apenas as boas características da pessoa por quem estamos apaixonados(as), de forma que ficamos até um pouco cegos(as), e chegamos a transformar até os seus defeitos em qualidades.

Uma outra coisa que acontece quando estamos apaixonadas é que acabamos acreditando que a paixão será capaz de superar qualquer divergência que tivermos com a pessoa querida.

Por todas essas coisas, seria bom que nós nos relacionássemos com alguém com quem já cultivamos uma amizade anteriormente (isso não é uma regra, mas quando acontece ajuda muito); pois através de uma amizade desinteressada (sentimentalmente) nós temos mais chance de conhecer ao outro, descobrindo afinidades e observando os defeitos e incompatibilidades, que a “venda da paixão” não nos permite enxergar.

Com isso tudo, quero incentivar vocês a buscar crescer em intimidade com o Senhor, conhecer o coração dEle. O Senhor tem ciúmes de nós, Ele deseja ser nosso amigo íntimo, Ele deseja que a gente tenha prazer de estar com Ele, assim como Ele ama estar com a gente. Ele não nos criou só para vivermos a vida como queremos nessa terra, Ele nos criou porque Ele queria se relacionar com a gente, Ele sonhava em ser nosso amigo, e Ele quer nos guiar na nossa caminhada.

Salmos 37:4 diz “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração”.

Quando ficamos satisfeitos(as) no Senhor, Ele provê todas as nossas necessidades.
Ele conhece melhor do que nós mesmos(as) o que nós precisamos.
Quando você busca a sua satisfação em Deus, Ele satisfaz os desejos do seu coração, pois quando nos aproximamos dEle começamos a desejar o que Ele deseja.

Sigam amando cada dia mais a Jesus e buscando obedecer a Sua vontade!

Até quarta que vem!

Stéphanie.

Stéphanie Vieira,
É uma das coordenadoras da Mobilização “Eu Escolhi Esperar”
É uma jovem e casada com Victor Vieira.
Atualmente são pastores de grupos pequenos na cidade de Vitória/ES.
Para conhecer mais sobre ela: Facebook
Contato: contato@euescolhiesperar.com 

Por Stéphanie, Escolhi Esperar .

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ter Deus é melhor que sexo, dinheiro, poder e popularidade - John Piper

Posted by Jefferson Ricardo On 17:38

Precisamos meditar sobre a superioridade de Deus como nossa grande recompensa acima de tudo que o mundo tem a oferecer.

Se não o fizermos, amaremos o mundo como todos os outros e viveremos como todos os outros.

Portanto, pegue as coisas que dirigem o mundo e pense sobre quão melhor e mais duradouro Deus é: pegue dinheiro ou sexo ou poder ou popularidade. Pense sobre essas coisas.

Primeiro, pense sobre elas em relação à morte. A morte levará cada uma delas: dinheiro, sexo, poder e popularidade. Se você vive por isso, você não terá muito, e se você tiver, você perderá. Mas o tesouro de Deus é “duradouro”. Ele permanece. Vai além da morte.

É melhor que dinheiro porque Deus é dono de todo dinheiro e ele é nosso Pai. “Tudo é de vocês,e vocês são de Cristo, e Cristo, de Deus.” (1 Coríntios 3.22,23)

É melhor que sexo. Jesus nunca teve relações sexuais, e foi o ser humano mais completo e perfeito que já existiu. Sexo é uma sombra, uma imagem, de uma realidade maior – de um relacionamento e de um prazer que farão o sexo parecer um bocejo.

A recompensa de Deus é melhor que poder. Não há poder humano maior que ser filho do Deus Todo-Poderoso. “Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos?” (1 Coríntios 6.3).

É melhor que popularidade. Fama é uma fantasia se você é conhecido somente por ninguéns humanos. Mas se seres maiores conhecem você, essa é uma popularidade de outro tipo. A maior popularidade é ser conhecido por Deus (1 Coríntios 8.3; Gálatas 4.9). E quando se trata de anjos: “Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1.14).

E assim continua. Comparado a tudo que o mundo tem a oferecer, Deus é melhor e mais duradouro. Não há comparação. Deus vence – sempre.

A questão é: você o tem? Acordaremos do transe deste mundo ilusório e veremos, creremos, nos alegraremos e amaremos? E sofreremos?

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | original
Por John Piper

Ateus: Com raiva do construtor – Kirk Cameron

Posted by Jefferson Ricardo On 12:07

"Fui eu que fiz a terra e nela criei a humanidade. Minhas próprias mãos estenderam os céus; eu dispus o seu exército de estrelas." Isaías 45:12





Fonte: O Jovem Cristão

sábado, 19 de novembro de 2011

Cristo, nossa Vitória!

Posted by Jefferson Ricardo On 10:47


Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. (Romanos 8:37)


Você não se sente encorajado ao ler estas palavras de vitória? Provavelmente, não existe texto bíblico melhor para falar disto do que Romanos 8. Vamos ver um pouco do que Paulo fala. Ele primeiro pergunta: “Quem nos separará do amor de Cristo?” e até dá algumas possíveis respostas: “Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” (v. 35). Ele chega a declarar que os crentes, por amor a Jesus, enfrentam “a morte todos os dias”, sendo “considerados como ovelhas destinadas ao matadouro” (v. 36). Depois destas fortes declarações sobre sofrimento, Paulo vem com a bombástica declaração: “em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou [Jesus]” (v. 37). Por meio de Jesus, somos mais que vencedores “em todas estas coisas”. Preste atenção! Em todas estas coisas e não “por cima dessas coisas”. Ou seja, Paulo está falando que em Cristo Jesus somos mais que vencedores mesmo passando por tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, ou morte por espada.

Calma aí? Como assim? Pensei que ser mais que vencedor era ter uma fé tão forte ao ponto de não passar fome, mas ter a abundância do Senhor; não ter angústia, mas viver uma vida confortável. Como assim Paulo? Isso parece mais derrota. Como somos vitoriosos em meio a tanta aparente derrota?

Paulo declara que isso é “por que… nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (v. 38,39). Nossa vitória está no fato de o sofrimento de todos os dias não serem capazes de nos separar de Cristo, e não por estarmos isentos de aflições. Pelo contrário, Paulo nos diz que por amor a Jesus enfrentamos a morte diariamente.

Mas… mas… Eu tenho ouvido pregações sobre vitória, cantado músicas que falam de sucesso e lido livros sobre ser um campeão que não vive uma vida sofrida. Me disseram que se eu tivesse fé suficiente eu ia ser rico e nunca ficar doente. Eu sei, eu não sou rico e fico doente, mas isso é porque eu não tenho uma fé tão forte como a do profeta.

Bom, eu acho que você vai concordar comigo que Paulo provavelmente era um homem de fé. Se você ler 2 Coríntios 11 verá ele contando sobre a vida dele e dos sofrimentos que passou. Ele diz que levou varadas e pedradas, passou por três naufrágios, passou fome e sede e muitas vezes sentiu frio e estava nu. Será que Paulo se esqueceu de declarar que ele era mais que vencedor? Será que ele não teve fé para profetizar riquezas? Será que ele não seguiu algum princípio bíblico para uma vida plena? É óbvio que o problema não era em Paulo.

Tudo bem. Mas Paulo era um apóstolo. Eu não preciso sofrer por Cristo, preciso?

Lembra que Paulo disse: “Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias”. Será que você ama a Jesus ao ponto de considerar Ele como seu Tesouro mais preciso e abandonar tudo por Ele? Será que você valoriza Cristo como mais precioso que saúde e riquezas? O autor de Hebreus nos faz o seguinte convite: “Saiamos até ele, fora do acampamento [do conforto], suportando a desonra que ele suportou”.

Você está pronto, a por amor a Jesus, enfrentar a morte todos os dias, desprezando as riquezas deste mundo? Ou você vai, por amor ao dinheiro, usar Jesus como seu cheque em branco?

Quero convidá-lo a ser verdadeiramente mais que vencedor em Cristo Jesus, passando por todo tipo de sofrimento por amor a Ele, sabendo que nada jamais irá separá-lo do seu verdadeiro Tesouro: Jesus.



Por Vinícius Musselman Pimentel e Yago Martins © Voltemos Ao Evangelho e Cante as Escrituras
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Como estudar a Bíblia: Um livro bem peculiar - Pt. 1

Posted by Jefferson Ricardo On 10:27



Qual é o propósito da Bíblia? Deixe a Bíblia mesmo responder essa pergunta.


E que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus. (2 Timóteo 3:15).

O propósito da Bíblia? Salvação. A maior fascinação de Deus é levar Seus filhos para casa. Seu livro, a Bíblia, descreve Seu plano de salvação. O propósito da Bíblia é proclamar o plano de Deus e a fascinação em salvar Seus filhos.

Essa é a razão pela qual este livro resistiu através dos séculos. Ele ousa abordar as questões mais difíceis da vida: Para onde vou depois que morrer? Há um Deus? O que eu faço com meus medos? A Bíblia oferece respostas para estas questões cruciais. É o mapa do tesouro que nos leva ao maior tesouro de Deus, a vida eterna.

Mas como nós usamos a Bíblia? Incontáveis cópias da Escritura permanecem sem ser lidas em prateleiras e criados-mudos simplesmente porque as pessoas não sabem como lê-la. O que podemos fazer para tornar a Bíblia real em nossas vidas?

A resposta mais clara é encontrada nas palavras de Jesus.

Pedi, Ele prometeu, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á (Mateus 7:7).

O primeiro passo para entender a Bíblia é pedir que Deus nos ajude. Devemos ler em oração. Se alguém entende a Palavra de Deus é por causa de Deus e não do leitor.

Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26).


Antes de ler a Bíblia, ore. Convide Deus a falar com você. Não vá à Escritura procurando seu conceito, procure o Dele.

Não só devemos ler a Bíblia em oração, devemos lê-la cuidadosamente. Buscai e achareis, é a promessa. A Bíblia não é um jornal para ser lida rapidamente, mas uma mina a ser explorada. Se buscares a sabedoria como a prata, e como a tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. (Provérbios 2:4, 5).

Qualquer achado que valha a pena requer esforço. A Bíblia não é exceção. Para entender a Bíblia você não precisa ser brilhante, mas você deve estar disposto a arregaçar as mangas e procurar.

Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade (2 Timóteo 2:15).

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida. Irmãos.com
Texto original extraído do site www.maxlucado.com


Leia todos os Artigos desta série clicando aqui.


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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Pregações vingativas e rancorosas - Bruno Sama

Posted by Jefferson Ricardo On 20:44

Olá varões irmãos, a paz do Senhor.

Sabe quando nas igrejas é ensinado o sentimento de vingança e a necessidade de mostrar ao outro que você é vitorioso e ele é um derrotado?

Ensinos de vingança e desejo de ver o outro derrotado, muitas vezes é ensinado em nossas igrejas, não deveriam ser, afinal não condiz com a conduta ensinada por cristo.

Mateus 7:12: Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.

São bastante comuns pregações cheias de rancor e sentimento de vingança, ontem mesmo presenciei uma. Foi uma Benção.

As pregações cheias de rancor, ofensas, sentimento de vingança tem o maior sucesso no meio evangélico, a sua ênfase recai nas necessidades e na vitória do ser humano, Jesus ali é apenas o gênio da lâmpada que concede nossos desejos.

Tomou-se como “ponto de honra” a necessidade de retribuir-se o mal com o mal. O resultado é que a cada dia aumenta a violência em todos os setores.

Repetidos bordões de autoajuda e que contêm sentimento de vingança do tipo:

Quem te viu passar na prova e não te ajudou, quando ver você na benção vão se arrepender; vai estar entre a platéia, e você no palco…” “tem sabor de mel, tem sabor de mel

Observe o sentimento de vingança neste trecho da música. ”Orgulho” ferido e prazer pelo fracasso do outro.

(Pv 24.17). “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar”

Esse tipo de sentimento, vingativo e rancoroso só leva o cristão a querer mostrar aos outros que ele é vencedor, e os seus inimigos derrotados, não combina em nada com a conduta verdadeira ensinada por Cristo.

Ou seja, é como se o servo de Deus tivesse a necessidade de mostrar a todos que ele venceu, e que os seus inimigos são uns derrotados e fracassados. Isso, definitivamente, não combina com a vida cristã.

Romanos 12: 20-21

20 Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.

21 Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.

Lamentavelmente essa prática tem sido frequente no meio cristão, guardamos sentimentos ruins, tornamo-nos cristãos rancorosos, indiferentes, insensíveis, intolerantes, “cheios de razão”.

Desencorajar a vingança não significa ser conivente com o mal.

Pelo contrário, mostra a necessidade de combatermos a maldade com razão e não com o ódio e a emoção que cegam e destroem.
Jesus disse que deveríamos ser prudentes como a serpente e mansos como as pombas. Neste ensinamento , o Senhor Jesus nos ensina a sermos sábios, pois se formos prudentes agiremos com cautela, previdência, em todos os nossos atos; com a mansidão, teremos respeito e amor, fazendo aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

E o perdão?

Esse nem se fala, o negócio agora é a vitória!

Porque perdoar o irmão se o errado é ele? Afinal estamos tão cheios de nós mesmos “somos donos da verdade”.

Se alegrar com sofrimento dos outros? Ter prazer com a vingança?

Onde está nossa compaixão?

Muitos de fato se alegrarão quando nos vir em momentos difíceis, mas nós como discípulos de Cristo e filhos de Deus, não devemos ter prazer na vingança, nós temos é que orar por aqueles que nos deseja o mau, esta atitude nos aproxima mais do amor de Deus.

Esquecemo-nos das palavras de Jesus, em Mateus 5: 43-47

43 Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo.

44 Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;

45 Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.

46 Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?

47 E, se saudardes unicamente os vossos irmäos, que fazeis de mais? Näo fazem os publicanos também assim?

Pai que nós sejamos moldados pelo Senhor de acordo com sua santa e soberana vontade. Amém!

Paz em cristo, Ricardo Bruno S.
Por Bruno Sama. Protestando de Novo

Foto usada: CERCA (Centro de Referência da Criança e do Adolescente)

FICHA TÉCNICA

Agência: Loducca, São Paulo
Criativos: Rodrigo Senra, Daniel Poletto e Roberta Moraes.
Diretor de criação: Guga Ketzer
Head of Art: Cassio Moron
Fotografia: Mario Daloia
Produção gráfica: Sid Fernandes

Fotos do CONMOBINE 2011

Posted by Jefferson Ricardo On 11:42

O CONMOBINE 2011 me impressionou bastante.
Na primeira noite do congresso todos fomos supreendidos pela maravilhosa palavra que o pastor Hebert nos deixou (Mt. 7:28-29). 
A noite foi chegando ao fim, e todos ficamos a vontade para conversármos. Fomos para beira da lagoa.

Os dias foram passando e aprendemos mais da palavra de Deus e entramos em comunhão com nossos irmãos. Vejam as fotos.



O Grupo de louvor da MOBINP participou do culto na noite de domingo.


Logo após tivemos uma palestra com Renan sobre princípios que devemos ter para uma boa liderança.



Parte da MOBINP

Sibelle falando sobre "A Vontade de Deus em Nossas Vidas"




Parte dos jovens do congresso

Ensinamos a todos a brincadeira do presi presi, todo mundo gostou.




Rodrigo, integrante da mocidade de Brasil Novo.

Parte da mocidade da MOBINP, Brasil Novo e Santarém.

Parte da mocidade da MOBINP, Brasil Novo e Santarém

A História do Inferno: de 1500 a 1700 d.C.

Posted by Jefferson Ricardo On 10:56

O que os cristãos creram a respeito do inferno ao longo da história?

Após uma introdução das três principais visões sobre o inferno, apresentamos aqui grandes nomes da história e o que defendiam sobre o assunto. (acesse a introdução para ver o índice)


  • João Denck (c. 1500–1527)


Denck foi tido em sua breve vida como um dos principais representantes do pensamento anabatista, ainda que imediatamente antes de sua morte tenha abjurado da ideia de que o batismo deve ser um sinal da prévia existência da fé, e tenha assim se reconciliado com o protestantimo clássico. Denck entendia que a “Palavra de Deus” era uma palavra interior que fala ao coração de todo ser humano. Isso possibilitava que aqueles que ouvissem o evangelho fossem salvos. Denck foi acusado de universalismo, e seus ensinos sobre a salvação parecem apontar nessa direção, embora não esteja claro se de fato afirmava que todos serão salvos.

  • João Calvino (1509-1564)

Calvino posicionou-se ao lado de Lutero contra Zuínglio sobre a total indispensabilidade de ouvir a Palavra de Deus para sermos salvos. Para Calvino, a doutrina da predestinação explicava por que era justo que somente os que ouvissem o evangelho fossem salvos. (Ao ratificar o pecado original conforme definido por Agostinho, o qual Zuínglio havia questionado, Calvino obtém um alicerce para sustentar a condenação mesmo daqueles que pareciam jamais ter tido oportunidade de salvação.) Ainda assim, à semelhança de Lutero, Calvino se focou no aspecto existencial da condenação, na qualidade de separação em relação a Deus, e não nos tormentos físicos do inferno descritos em boa parte da pregação e dos escritos visionários da Idade Média. Por essa razão, na descrição de Calvino, Jesus sofreu os tormentos do inferno no Getsêmani e na cruz quando foi abandonado por Deus por causa de nossos pecados.

  • John Milton (1608-1674)

A influência de Milton em concepções posteriores sobre o inferno foi possível em grande medida por meio de sua obra prima da poesia, O Paraíso perdido, obra em que se retrata um Satanás humanizado em oposição às tradições que descreviam o Diabo como grotesco e monstruoso. Satanás, como ficou bem conhecido, descreveu sua sina mais em termos psicológicos que físicos: “Só o Inferno essa fuga me depara:/ Eu sou Inferno pior! o outro, cavando/ No fundo abismo, abismo inda mais fundo,/ E ameaçando engolir-me em tais horrores,/ Para mim fora um céu se o comparasse/ Com este Inferno que em mim mesmo sofro!” (tradução de António José de Lima Leitão, Rio: W. M. Jackson, 1956). Muitos autores do romantismo, com sua inclinação para os heróis proscritos e angustiados, acharam nesse retrato algo com que se identificar e consideraram Satanás o verdadeiro herói do poema.

A descrição física do inferno feita por Milton ― um lugar grande, escuro, quente, doloroso, infindo e centrado em torno de um lago de fogo ― é a visão tradicional, mas tem força particularmente vívida a reforçar todos esses traços: “Mas luz nenhuma dessas flamas se ergue;/ Vertem somente escuridão visível/ Que baste a pôr patente o hórrido quadro/ Destas regiões de dor, medonhas trevas/ Onde o repouso e a paz morar não podem,/ Onde a esperança, que preside a tudo,/ Nem sequer se lobriga: os desgraçados/Interminável aflição lacera” (tradução de António José de Lima Leitão).

  • John Locke (1632-1704)

Locke é bem conhecido como um escritor que favoreceu a tolerância religiosa e defendeu o cristianismo como uma religião razoavelmente adequada para intelectuais iluministas crerem. Em pelo menos alguns de seus escritos, ele endossou o aniquilacionismo – a visão de que enquanto os salvos aproveitarão a vida eterna com Cristo, os condenados serão simplesmente aniquilados imediatamente ou após um período definido de punição, em vez de sofrer tormentos por toda eternidade. (Em relação ao “fogo inextinguível” citado em várias partes da Bíblia, ele comentou que isso não significa “que os corpos que eram nele queimados nunca eram consumidos, mas só que os vermes que roíam e o fogo que queimava eram constantes e não cessariam até que as pessoas fossem destruídas.”)

Como John Milton, Locke é frequentemente citado em sites unicistas universalistas, mas, assim como em relação a Milton, isto acontece mais por causa de suas crenças heterodoxas sobre a Trindade e sua defesa de um cristianismo tolerante (dentro de limites – ele se recusou a tolerar tanto católicos quanto ateus) do que em qualquer universalismo em seus escritos.

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